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Compras

Um novo jeito de comprar que está mudando meus conceitos

Qual é o valor que você procura ao comprar uma peça nova?! Eu andei pensando muito sobre o assunto e descobri um mundo mágico chamado “produtor independente”.

Opa, pode ir desencanando de pensar em comentar algo como “logo ela, a rainha da bolsa de marca…”. Sim, eu sou. Sou mesmo, sei disso. Adoro comprar (mais do que gostaria) em grandes redes de fast fashion, sou louca por peças que viram febre e queria ter Chanel de todas as cores. Mas olha, a essa altura da minha vida, descobri que não preciso ser radical para abraçar uma causa.

Jardim Secreto

Tenho ido cada vez mais em feirinhas ao ar livre que são palco para essa galera que cria a própria marca e produz roupas, acessórios, decoração e outras peças bem na pegada “feito à mão”. Aqui em São Paulo, aliás, temos um monte de opções: Jardim Secreto, Feira na Rosenbaum e Mercado Manual são só algumas delas.

Olha, consumir algo que foi produzido de forma legal, por alguém que está criando e investindo no próprio negócio, feito em pequena escala, quase que exclusivamente para você, é demais. Demais mesmo! Por isso, ainda que você não consiga ir até uma dessas feiras olhar tudo de pertinho, fiz uma curadoria das lojas mais legais que tem versão online ou vendem seus produtos pelo Instagram. Lá vai:

Soyvos
Sapatos sem gênero feitos especialmente para o cliente: com tamanho, modelo, cor e textura que cada um desejar!

Agora que Sou Rica
Invenção da blogueira/apresentadora Jana Rosa tem roupas e acessórios megacoloridos impossíveis de serem encontrados em qualquer outro lugar.

Studio Pamelitas
Impossível não se apaixonar por essas porcelanas pintadas à mão. Tem vaso, pratinho, porta jóias e mais um monte de outras maravilhosidades.

Gioconda
Hobbies, calcinhas, pijamas e outras delícias que além de muito lindas, são ótimas para ficar confortável em casa.

Realindo
Tá procurando um cheirinho pra sua casa? A minha, ultimamente, tem exalado os produtos da Realindo.

Coletivo de Dois
Imagine roupas diferentonas muuuito coloridas (e quando digo muito, quero dizer com um pedacinho de cada cor!) e para todos os corpos…

Estúdio Plume
Sabe os vasinhos de concreto que eu tenho em casa para decorar meu apê, o @jardimnocimento?! São todos do Plume!

Frez Sabonetes
Já deu pra sacar, né?! Produtos artesanais que são uma delicinha na hora do banho. E, viu, tem até shampoo em barra.

CISCO São Paulo
Almofadas lindas, lindas, lindas! Estamparia manual (feita com carimbo!) que você respeita.

Srta. Galante
Coisa de vó?! Siiim! Sabe aquelas malhas de ponto bem grosso que bombam nas camas à la Pinterest?! Ando ensaiando comprar uma nesse atelier de tricot e crochet artesanal.

The Bralette Boutique
Sonha com um sutiã de renda lindo? Ou com um body pra usar assim, aparecendo? Ou ainda uma calcinha hotpant mara? Aqui você encontra tudo isso e feito sob medida para qualquer tamanho!

13 Joules
São acessórios lindos, que vão desde o ouro até a prata. Além das coleções, existe também a possibilidade de mandar fazer uma peça exclusiva e especial, tipo aliança de noivado com diamantes!

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Vida Real

Não é nada contra ela, mas…

Quando uma coisa parece tão, mas tão absurda que não dá pra acreditar nela mesmo quando está ali, na sua frente, é sinal de que precisamos falar sobre…

Mais um sábado a noite dedicado à assistir ao Miss Brasil. Vejam bem, eu faço isso junto com a minha mãe desde que era criança, ano após ano. Não, a coisa toda não mudou nem quando saí de casa: as ligações dela me lembrando que o concurso estava sendo transmitido na TV nunca me deixaram perder uma edição sequer. No ano passado, inclusive, essa fanfarrona chamada vida me colocou ali, ao vivo, para apresentar parte do show.

Eu confesso que com o tempo, o glamour foi perdendo espaço na minha cabeça para a falta de sentido em julgar mulheres pela aparência. O concurso é de beleza, eu sei, mas aprendi desde cedo que ser bonita de verdade exigia que eu fosse sempre eu mesma. Me revoltei, mas não podia perder a chance de curtir o programa mãe e filha. E lá estava eu, sábado dia 19 de Agosto de 2017, presenciando uma chuva de cabelos cacheados e peles negras dominando a tela da televisão. Ray Nicácio na apresentação, Raissa Santana passando a faixa de Miss Brasil 2016 para Monalysa Alcântara, que recebeu o título em 2017.

Parecia tudo bem óbvio pra mim: Lysa (meu apelido carinho pra nossa nova miss) foi a única candidata (e não estou exagerando quando digo única) entre as 27 concorrentes que já haviam passado por seleções regionais e estaduais para chegarem até ali, que não pareceu ter um discurso meio robótico decorado. A menina (ela tem 18 anos), respondeu o que foi perguntado de maneira firme com um discurso de empoderamento bem bonito de se ver. Ganhou!

Sabe, se a beleza é o tipo de coisa que dá pra ser avaliada levando em consideração conceitos e gostos pessoais, inteligência não! Opa, péra lá, não estou querendo dizer que as outras candidatas não tinham tal característica, mas em frente ao público, no meio de uma situação de tensão, foi ela quem brilhou e arrancou votos abertos dos jurados. Eu confesso: se saber se comunicar fazia parte das obrigações das concorrentes aquela noite, eu não votaria em mais ninguém que não nela.

Li vários comentários racistas nas redes sociais (que me limito a guardar apenas como parte lamentável das minhas memórias) e fiquei impressionada. Não dá pra acreditar que alguém (homem ou mulher, não importa) tenha tido coragem de escrever coisas tão cruéis e absurdas sobre uma outra pessoa. Pior ainda: alegar que não era nada pessoal, sabe?!

Podia não ser o melhor sorriso na opinião de alguns, a silhueta mais esbelta no conceito de outros ou o melhor estilo de desfilar para quem gosta do assunto. Mas se era ela quem melhor representaria nosso país nesse momento em que personalidade, ideias e postura são parte dos atributos que queremos que reparem primeiro antes de ouvirmos assobios por aí, por que não fazer valer o mesmo no concurso?! Antes tarde do que nunca…

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Vida Real

É só o meu sono que o Instagram roubou?

Se alguém tiver alguma ideia sobre como me salvar desse mal, por favor, diga antes que seja tarde demais…

A primeira vez aconteceu há algumas semanas. Deixei passar batido.
Depois rolou de novo e durou mais tempo. Fiquei preocupada, mas desencanei.
Aí vi a situação se repetindo diariamente e cheguei a conclusão de que, sim, eu estava viciada.

Viciada em perder meu tempo no Instagram!!!

Calma, vejam bem, não estou dizendo aqui que acho a rede social uma perda de tempo. Muito pelo contrário, já que gosto de postar, ver imagens que servem como inspiração, curtir e comentar nas fotos dos meus amigos…

O lance é que, toda noite vou deitar para, supostamente, dormir e passo mais de três, isso mesmo, três horas atualizando infinitas vezes aquela aba de explorar. Aquela aba em que aparecem fotos aleatórias, de assuntos aleatórios e pessoas aleatórias. Gente que eu nem conheço e que me faz perder o sono.

Eu sei, eu sei, a culpa não é de nenhum deles, é minha! Clico em uma, depois outra, e outra e… Lá se vai meu sono e lá vem a madrugada. É que é todo mundo tão feliz, magro, brilhante, sorridente, bonito… Começo a ficar meio deprimida e abro outra aba no celular para pesquisar sobre dietas, bolsas de marca e relacionamentos perfeitos.

Aí vou para o meu feed… Tá tudo lá, a menina com a mesma vida maravilhosa dos outros feeds. Percebo que não contei que, na verdade, naquela foto fofa meu namorado fazia um jantar surpresa pra mim pois havíamos brigado feio no dia anterior. Também não mencionei que precisei de várias tentativas até meu cachorrinho resolver olhar pra foto fazendo expressão de fofinho.

Ah, já disse que, vez ou outra, uso um aplicativo de edição nas olheiras?! É que a foto precisa ficar boa e eu, bom, eu ando com uma baita falta de sono…

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