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Conheça o brechó À La Garçonne

Ninguém te contou? Brechós são universos mágicos! Sério.

Ao colocar seus pézinhos dentro de um deles, você entra, automaticamente, numa loja que tem vida e muuuitas histórias pra contar. Conhecer todas essas histórias é impossível e não, você nunca vai saber quem usou a camiseta que foi parar dentro do seu armário. Mas é aí que está a magia.

O À La Garçonne é do Fábio Souza, marido de Alexandre Herchcovitch, e parada obrigatória para quem curte roupas e acessórios com cara antiguinha. O lugar é ainda mais incrível porque é totalmente fiel ao tema: até a decoração é vintage (os provadores são dos anos 20. Apenas maravilhoso).

lagarconne

Durante meu passeio por lá, pirei com várias peças. Mas a verdade é que os preços não são tão amigos assim. As camisetas têm preço médio de R$70 e os tricots saem por cerca de R$170. Mas, de vez em quando, rolam promoções com camisetas saindo entre R$20 e R$30.

Minha peça preferida foi esse tricot larguinho por motivos de: não rola viver sem. Ursos mexem com o meu coração! O preço? U$210 dilmas. (Alguém me dá um abraço?)

Também dá pra garimpar modelos Prada, Versace, Chanel…

Na parte de cima, tem uma área mais exclusiva (é preciso pedir que um vendedor libere a sua entrada). Nas araras, peças exclusivas como as camisetas originais de bandas e jaquetas punk dos anos 1970. Aí, para os preços, o céu é o limite.

À La Garçonne
R. Oscar Freire, 2127, Pinheiros – São Paulo (SP)
Fone: (11) 2364-3280
www.alagarconne.com.br
Seg a sex: 11h as 19h – Sáb: 10h as 19h

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Moda

Look da Ka: andorinhas

10 entre 10 meninas já viram alguma blusa/saia/calça com a estampa de andorinhas, né?!

Acho muito mágico isso de tendência, sério. Vou confessar que não sou do tipo que entende tudo de moda. Pelo contrário. Mas tenho a sorte de ter algumas amigas editoras especialistas no assunto e pronto, fica bem mais fácil acertar.

Essa febre das andorinhas surgiu no desfile da marca Miu Miu em 2010 (uia, faz tempo!). Aí, pra cair no gosto de geral e virar ref para um monte de peças parecidas no mundo todo foi questão de tempo.

look-andorinhas

Comprei essa blusa em NY durante uma viagem e confesso: foi só por causa da golinha. Aí, as andorinhas bombaram e, bom, eu apenas agradeci por ter feito a escolha certa.

Para montar esse look da foto escolhi peças bem básicas. Eu estava atrasada e achei melhor deixar a ousadia só para a mistura com a estampa de oncinha do slipper.

detalhes-andorinhas

look-andorinhas2

1. Blusa andorinhas – Forever21
2. Relógio dourado – Casio
3. Calça skinny preta – Topshop
4. Slipper oncinha – Renner

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Continua...

Parte1: O sinal

Aqui, é você quem escreve comigo. Vote e a história Continua…

continua2

Era disso o que eu precisava. Um sinal.

O reflexo escuro na tela do meu celular quase denunciava que as lágrimas estavam querendo fazer uma visita. O batom coral que dava volume falso aos meus lábios finos já desaparecia. Meu cabelo ainda parecia liso. Liso e azul. Onde eu estava com a cabeça quando decidi que as pontas dos fios morenos deveriam ser coloridas? Ok, eu curti durante os dois primeiros dias, mas aí descobri que azul não combina com vermelho, nem com pink, nem com coral..

Se o próximo carro que passar for preto, eu ligo.
Era prata.

Se a luz da quarta janela daquele prédio acender, eu ligo.
Nada.

Se a próxima musica que tocar na rádio for da Demi, eu ligo.
Selena.

Se a minha mãe perguntar que horas são até a gente chegar em casa, eu ligo.
“Chris, já são duas da tarde?”.
“Ainda não, mãe!”.

Estava feito.

Esperei minha mãe estacionar, abri o portão correndo e subi os dezesseis lances de escada até o meu quarto. A cama, obviamente, ainda estava desarrumada. Lembro de acordar, arremessar a colcha com a bandeira da Inglaterra longe, e atingir em cheio a garrafinha de água que estava no criado mudo que customizei com colagens de quadrinhos. Meu quarto estava bagunçado e molhado.

Encarei o celular novamente, mas, dessa vez, tive coragem para desbloquear a tela. A nossa foto ainda era o plano de fundo. Como fui boba. Pensei em desistir, mas uma força estranha tomou conta do meu coração e meus dedos clicavam nos números quase que por impulso nervoso.
9 9870…

E antes que eu completasse a sequência numérica que digitei sem pensar duas vezes durante os cinco últimos meses, foi o meu celular que tocou.

“Alô? Chris, é você? Por que não foi ao colégio hoje? Tentei te ligar a madrugada inteira. A gente precisa conversar… Alô, Chris?”

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