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Escola de quem quer aprender a se virar

Daí que começaram a surgir vários posts no feed do meu Face em que eu só conseguia ler “Escola de princesas” logo no título. Opa, péra, eu adoro a Disney, sempre fui louca pelas histórias dos contos de fada que cresci ouvindo, cliquei. Aí cliquei de novo, e de novo, e de novo…

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Resumindo: depois de ter franquias em 4 cidades diferentes do Brasil, a “Escola de Princesas” chegaria à São Paulo e, junto com ela, uma chuva de matérias e posts daquele tipo que a Internet adora, cheios de críticas, questionamentos e opiniões pessoais.

Eu não sou o tipo de pessoa que participa desses movimentos. Sério! Trabalho com internet, estou conectada durante todas as horas em que permaneço acordada e sim, leio bastante coisa do que é publicado, mas dificilmente faço algum “textão”. Acho mesmo que inteligência também é saber não opinar sobre tudo o tempo todo.

Mas dessa vez eu quis muito falar!

A tal escola é para meninas entre 4 e 15 anos e promete “levar ao coração valores e princípios morais e sociais que as ajudarão a conduzir sua vida com sabedoria e discernimento. É tratar a todos com bondade e generosidade, ter valores e princípios imutáveis independentes de modismos, assim como acreditar apaixonadamente em si mesma e em seus sonhos”, como está descrito lá no site oficial do lugar. Mano, sem sacanagem, eu achei legal! Acho que todas essas características são incríveis para princesas, príncipes, rainhas, sapos, duendes, gnomos e qualquer outro ser que se preste. Mesmo.

Daí dei o play num vídeo institucional e… Uma enxurrada de rosa, coroas, fru-frus e tudo aquilo o que, hoje em dia, não se apoia uma garota a gostar unicamente. Pesquisei mais um pouco e: aulas de culinária (pelo que vi, na real, você sai de lá sabendo fazer cupcake), maquiagem, costura, boas maneiras à mesa… de novo, sem sacanagem: eu achei legal! Tudo isso é o tipo de coisa que aprendi. Com a minha mãe, meu pai, com a internet, com amigos… Fato é: aprendi o que quis, quando quis e ainda vivo as consequências disso.

Tá, agora qual a grande questão? Estamos num momento de luta pela igualdade de gêneros e a ideia de pagar uma fortuna (o valor do curso completo gira em torno de R$1.200) para enfiar sua filha/sobrinha/irmã/etc num troço desses parece incabível. Onde já se viu mulher que só sabe cuidar da casa e ficar bonita para conseguir (ou manter) um bom marido?! Mas e se a escola fosse toda colorida ao invés de cor-de-rosa? E se a criança pudesse optar por aprender desenho ao invés de maquiagem? E se aceitassem meninos também? E se o projeto se chamasse “escola de quem quer saber se virar” (porque me perdoem, mas quem não quer?). Ok, já entendi, aí não haveria motivo para esse e tantos outros posts.

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Eu (EU. EU. EU. EU. E você não precisa concordar com isso) não vejo mal em uma garotinha sonhar ser princesa. Sempre quis ser a Bela porque ela já tinha lido todos os livros da biblioteca e, se a gente for assistir ao que hoje em dia é lançado com a temática no mundo, vamos, sim, ver um monte de princesas desajeitadas, que fazem escolhas erradas, que lutam pelo que querem e tantas outras coisas que a gente sabe: vão ajudar a formar uma ideia muito mais real do que é ser uma adulta legal.

Mas a verdade é que o lance todo bate na mesma tecla: não somos SÓ isso. Só donas de casa. Só boas em manter marido. Só femininas. Essa escola não é a única coisa que a menininha deve fazer e o único lugar que deve frequentar durante a infância! Eu sei, exatamente, como uma princesa deveria ser. Eu, apesar de adorar cuidar da minha casa, também falo palavrão. Apesar de amar maquiagem, rôo unha o tempo todo. Apesar de me considerar uma princesa, também sei ser bruxa.

Só pra terminar? Acho que seria legal ter estado numa escola que me ensinaria o que, mais tarde, eu lembraria quando estivesse num jantar importante de negócios, desde que ninguém me impedisse de expor todas as minhas opiniões durante a reunião. As fórmulas de química que aprendi, confesso, hoje em dia não uso pra nada!

63 Comentários
Comentários

  1. Aline Costa • 17 de outubro de 2016 • 20:26

    Não ruim querer ser uma Princesa. Ruim é achar que só se precisa aprender essas coisas como lavar, passar e se comportar. É preciso saber aprender como ensinar essa garotada a expandir os horizontes.

    • Sarah • 17 de outubro de 2016 • 21:30

      Sim concordo! Não acho a ideia tão ruim se fosse do jeito que a Karol falou, colorida, para meninos e meninas, expandir os horizontes como você falou!

  2. Maria Clara • 17 de outubro de 2016 • 21:18

    Karol, eu também sempre tive esse sonho de ser uma princesa!! E acho que seria uma ótima oportunidade para muitas pessoas de evitarem sofrer algumas consequencias no futuro, seria muito legal se isso desse certo aqui no Brasil!!
    Um beijão! YAY

  3. Luísa • 17 de outubro de 2016 • 21:27

    Oi Karol! Fiquei pensando muito nessa notícia quando li. Realmente achei uma ideia até interessante em adquirir conhecimento em diversas áreas. Porém, fico com um pé atrás. Será que os pais que irão bancar este curso verdadeiramente irão querer ampliar os conhecimentos das filhas ou apenas são conservadores que irão limitar e impôr isto? Quando digo “impôr” não quero dizer de uma maneira rude e grosseira, mas sim de uma maneira subjetiva, sabe? Será que a criança saberá discernir e filtrar o que é particularmente relevante? Visto que irão aceitar crianças a partir de 4 anos, ou seja, estão aprendendo a moldar sua personalidade. Sinceramente não sei. São muitos questionamentos que me paro pensando e achei legal você ter levantado essa questão. Um beijão, lindona! Te admiro demais!

  4. Giulia Mendonça • 17 de outubro de 2016 • 21:29

    Oi Karol! Sou de Uberlândia e moro na mesma rua onde a primeira Escola de Princesas foi aberta e confesso que fiquei um pouco atônita com os slogans pensando justamente nos pontos tão discutidos na sociedade. Essa questão da mulher se impor, se mostrar tão capaz quanto, se valorizar, sempre foram coisas que dei muito valor. Estou me formando em Engenharia e eu sei onque é ser mulher/menininha nesse ambiente. Mas ao mesmo tempo que quero que me reconheçam, eu quero ter minha casa, minha cozinha, minhas “tuppawares”, meu caderninho de receitas, ser boa mãe, boa esposa e , graças a Deus, tive pessoas que me ensinaram tudo isso. Então não vejo nada demais em um lugar onde esses valores sejam exaltados. Ser mulher guerreira e valorosa não é abdicar do lar ou ser obrigada a não curtir a vida familiar e os afazeres que ela impõe. Ser essa mulher é saber reconhecer aquilo que te afraga e te faz feliz. E se esses valores não te fazem feliz, ok. Não tem necessidade alguma julgar quem os tem ou quem sonha em praticá-los. Eu sou uma ogra, totalmente desastrada, escandalosa e que não senta bem à mesa por opção, mas não é por isso que eu não prezo a generosidade ou o prazer de cuidar do lar ou simplesmente a dádiva de saber me virar sozinha.
    Espero ter contribuído com o seu raciocínio. Gosto demais de você! Vem aqui em Uberlândia autografar meu livro que eu faço pão de queijo pra você ! (Ps: quando eu digo “faço” me refiro a botar o pão de queijo congelado no forno) Beijão, linda!

    • Iuli Theisen • 18 de outubro de 2016 • 14:52

      Me emocionei com seu texto e amei sua sinceridade com você mesma 💕

  5. Leticia oliveira • 17 de outubro de 2016 • 21:30

    Oii karol! Meu nome é Letícia e tenho 16 anos. Eu concordo MUITO com suas palavras. A bondade, igualdade e respeito deve ser ensinado sim. Como disse, IGUALDADE!!! Ou seja, mulheres e meninas não são donas de casa, são pessoas determinadas ( nem todas ) e independentes !! AMO VOCÊ

  6. Rebecca Victória • 17 de outubro de 2016 • 21:46

    Yeaaay, Karol! Gostei muito de ver a sua opinião por aqui, deixo também esse vídeo aqui: {https://www.youtube.com/watch?v=mKy-NF448SQ} Eu gosto muito do canal dela, e gostei que ela também deu a opinião dela sobre o assunto. Agora, quanto a minha opinião: Acho que é bacana se a criança quiser mesmo assim. Eu, quando criança nunca gostei muito das princesas, eu tinha vontade de ser o Homem Aranha! (haha) E até hoje eu amo os heróis da Marvel e etc.
    Então, eu acredito que com todos esses posts e matérias falando sobre essa ‘escolha das princesas’ as pessoas estão esquecendo de uma coisa: ouvir a criança. Porque para ela, é tudo brincadeira! É tudo fantasia!

    Um beijão! :*

  7. Felipe • 17 de outubro de 2016 • 21:46

    Obviamente o feminismo não é meu lugar de fala, mas acredito muito que essa escola seja sim um retrocesso. É realmente muito legal aprender tudo isso, mas nao dessa forma, uma escola para ensinar tarefas domésticas para meninas? Existe uma pesquisa ( acredito que tenha lido isso no Brasilpost) que 5 de 6 meninas no mundo acreditam ou se sentem inferiores a meninos, a hora é de ensinar liderança, não deve haver mais espaço para princesas a espera do principe, querendo ser bela, recatada e do lar, acredito que nem na disney mais vemos isso (Valente, elsa) é hora de mostrar para essas pequenas meninas que elas podem se aventurar pelo mundo, e que cuidar da casa? Ahh isso ela pode dividir com seu companheiro(a) e isso se ela quiser ter um.

    • Fabiana • 18 de outubro de 2016 • 12:09

      Oi Felipe, o feminismo é seu lugar de fala sim :)

  8. A. L. • 17 de outubro de 2016 • 21:55

    Ka , na minha opinião a escola de princesas só afirma mais , que mulheres têm que ser comportadas , discretas , saberem de comportar na mesa e não é isso , eu tive sonho de ser princesa , mas não dessa maneira . E outra as meninas que estão lá são tratadas como bonecas , coisas simples que precisam está no cotidiano de uma criança como relacionamento em grupo ( integrando homens e mulheres) não existe , e nosso sistema de ensino no Brasil é muito falho , tendo aulas dessa maneira a menina não estaria pronta para encarar o vestibular lá na frente !

  9. Thais Finger Martins • 17 de outubro de 2016 • 22:07

    Concordo em alguns pontos contigo Karol, mas acho que a forma como é passado esses ensinamentos (claro que estou me baseando apenas nos vídeos que vi divulgados na internet, que só mesmo ir lá pessoalmente pra ter real noção) é um pouco abrupta demais, no sentido de: Será que a escolha é realmente daquelas meninas, ou dos pais dela? Ok, são crianças e os pais que decidem o futuro dos seus filhos. FATO. Mas parece que os pais simplesmente deixam as filhas num lugar onde todas sairão que nem as os cupcakes que elas aprendem a fazer, todas saindo da mesma forma, com o mesmo gosto e a mesma cobertura. Onde está a liberdade de expressão? Onde está o contato com os meninos? Onde está a socialização com pessoas com educações diferentes? Mulheres devem querer fazer o que elas quiserem. Se elas querem ser princesas e usar tudo rosa, se elas querem ser góticas, se elas querem ser somente o que der na telha no dia! Então, por que não uma escola de como se expressar de diversas maneiras, mas de um jeito educado? Onde princesas, gnomos, sapos, fadas, príncipes e magos possam estar todos juntos.
    Assim como eu nunca usei as fórmulas de química que aprendi forçadamente na escola, eu também nunca continuei a desenhar e a escrever como aprendi na escola, onde as professoras diziam que eu só poderia desenhar árvores sempre com as folhas verdes e o tronco marrom, que a minha árvore não podia ser rosa e roxa, ou escrever sobre terror, pois era algo feio, eu tinha que na verdade escrever baseado na literatura praxe de escola. Será que essas meninas não estão sendo colocadas padrões demais? Será que tudo o que elas aprendem ali deve ser ensinado do mesmo jeito igual para todas?
    E sem contar no tempo que elas poderiam estar brincando, sendo crianças mesmo, e não mini adultas…. Enfim, achei essa escola um exagero. Ela poderia sim ser algo maravilhoso, mas me preocupa um pouco…

  10. Letícia • 17 de outubro de 2016 • 22:11

    Adorei seu post, Karol! No meu feed do facebook só apareceram críticas negativas a essa escola, mas sério? “A minha eu” da infância iria adorar! hahaha. Mas apesar de sempre amar princesas, unicórnios, esperar meu príncipe encantado no cavalo branco, eu amava soltar pipa, correr na rua, brincar de pique se esconde… Uma das coisas que ando conversando com a minha terapista é sobre o fato de que eu AMO, AMO, AMO futebol. Amo ir ao estádio, gritar, xingar, usar minhas camisas de futebol. Assisto campeonato de todo lugar do mundo (acho que não assisto da china e do japão rsrs) e as pessoas me olham e falam “mas você tem essa cara de menininha, sempre andou de rosa e do nada anda entre os homens, vai pra estádio com eles” e me rotulam assim. Hoje em dia as pessoas simplesmente me chamam de Flamengo (hahaha é engraçado, ok. Mas eu quero ser uma jornalista esportiva, preciso assistir e falar do meu futebol!), mas eu continuo aqui, sabe? Amando romancinhos, coisas fofas, princesas, disney, unicórnio… Por debaixo do Flamengo eu sou um unicórnio, gente! Ainda preciso tratar isso, pois não sou adolescente, tenho 21 anos e acho que sou um unicórnio hahahaha Mas enfim, hoje em dia o mundo precisa de menos rótulos, as pessoas podem ser 30, 300, 3000, 300000 em uma só! E que tenham escolas de princesas, sapos, bruxas e ainda assim as pessoas sejam o que quiser.

  11. Thais Barreto • 17 de outubro de 2016 • 22:38

    Hoje vivemos em uma sociedade em que é cada vez mais “comum” filhos serem criados por babás (O que na minha opinião não é correto, mas não bem ao caso). Então onde está o problema de uma “escola” Que ensinará justamente coisas que lá trás eu aprendi com minha, coisas aliás que me são muito úteis na minha vida adulta. Será que de alguma forma uma escola dessa não pode ser vista como uma forma de aprender coisas da vida??

  12. Nathalia • 17 de outubro de 2016 • 22:38

    Eu amaria ter feito parte dessa escola, amaria mais Ainda ser uma princesa engenheira, escritora, dona de casa! Uma princesa que pudesse expor sua opinião sem o olhar indignado da sociedade! Por mais princesas independentes!

  13. Isabella Vasconcelos Vilela • 17 de outubro de 2016 • 22:39

    Ka, eu concordo com você. As boas maneiras, princípios de bondade e generosidade, aulas que, além de divertirem essas meninas, dão à elas lições que vão se lembrar!! Eu tenho só 13 anos, e amo o “ser princesa”. Afinal, ser princesa não é só ser linda, ter vestidos divinos e viver em um castelo. Eu sei que ser princesa é ser boa, gentil com os outros e ver a alegria nas pequenas coisas. Saber ouvir, e se colocar no lugar do outro! Mas ser princesa não é ser perfeita a todos os momentos, como você disse, os filmes hoje mostram elas comentando erros e lutando para consertar! ( Valente ❤️ ). Acho a ideia da ” Escola de quem quer saber se virar” maravilhosa! Afinal, não são só as meninas que levam ótimos conhecimentos pra vida com isso!! Beijão! Yey!

  14. Laura • 17 de outubro de 2016 • 22:39

    Ka,
    Eu acredito que não tem nenhum problema em sonhar em ser uma princesa,o problema tá no que essa escola vai proporcionar pra quem quer ser uma princesa,e se eu não souber cozinhar?! Não posso ser uma princesa mesmo assim?!E se eu não souber costurar,me comporta na mesa!?Eu ainda acredito que para você ser uma princesa não existe regras!Posso ser uma princesa pobre que mora numa casa de sapê e que para sobreviver preciso largar a escola pra trabalhar e ajudar na renda mensal dos meus pais,assim como posso ser uma princesa que vivo em uma casa milionária e que tenho o que quero sempre!
    Para ser princesa preciso apenas me amar e acreditar que sou bonita por dentro,e em segundo plano,por fora!
    Beijo
    Laura

  15. Luisa S • 17 de outubro de 2016 • 22:41

    Valores como os propostos pelo programa são, sim, de extrema importância. Aprender a cozinhar, a costurar, a ter boas maneiras são, sim, muito úteis. Concordo que o programa pode ser muito interessante, e acredito também que a família não pode “deixar pra la” o papel que tem de construção de valores e de caráter só porque colocou a criança em um atividade como essa (e isso pode ser um aspecto preocupante diante da sociedade em que vivemos). E, claro, é importante lembrar que não nos limitamos a isso, pois nunca seremos apenas uma princesa.

  16. Thays Ellen • 17 de outubro de 2016 • 22:42

    ESCOLA PARA A VIDA!
    Lugar para as pessoinhas serem ensinadas a respeitar uns aos outros, seguir seus sonhos, fazer o que faz feliz (desde que não esteja machucando outras pessoas). Todas as escolas deveriam ensinar esses valores, sem que precisasse pagar valores absurdos. Meninos e meninas, criados juntos, com igualdade, e sem limitações. <3

  17. Fernanda Marchesine • 17 de outubro de 2016 • 23:09

    Karol, uma destas franquias teve aqui na minha cidade (Itatiba). Era uma escola liiinda. Grandona.. mas nao durou nada! Dentro de pouco tempo escola acabou fechando. Falta de publico e mensalidade muito alta.

  18. Larissa Crozara • 17 de outubro de 2016 • 23:15

    OOOOIIIII KAROL! Tudo bem? Só queria dizer que amo seu blog, seus vídeos no youtube e que especificamente hoje vim do snap! hahaha
    Sabe, concordo plenamente com você. Também amaria ter estado numa escola dessas. Acho que as pessoas julgam demais, se enfiam demais na vida dos outros. E isso não é legal. Acredito que nenhum, nenhum aprendizado mesmo é desperdício. O que há de mal em saber costurar? Quero ser independente, luto e corro atras dos meus objetivos. Mas, o que me impede de chegar em casa e precisar costurar um pedacinho da minha blusa? Sabe, amo me maquiar, mas também amo fazer aulas de muay thai. E o que isso tem demais? As pessoas tem que aprender a respeitar mais as opiniões e vontades das outras. Quando isso acontecer, o mundo será um lugar muito melhor. E sim, novamente, eu adoraria ter participado de uma escola dessas! Um super beijo, Ka e Mac!

  19. Ana Luiza Oliveira • 17 de outubro de 2016 • 23:15

    Eu não comencomento em blogs. Mas depois que li seu “textao”, que foi pequeno vim até aqui. Por Que? Pra concordar com tudo o que você disse! Fico feliz em não ser a única a pensar assim Também acho q essa escola deveria existir para todas as idades. Assim eu também seria mais “dona de mim mesma” – e de quebra aprenderá a fazer cupckaes, coisa q não sei fazer. YAY! ;)

  20. Claudia Teixeira • 17 de outubro de 2016 • 23:16

    Nossa Karol, adorei o seu texto! Super concordo com você. Quando criança também queria ser a Bela, amava rosa e ia ter amado essa experiência! Mas realmente é muito caro!! E sobre roer unhas, eu coloquei nas minhas metas pra esse ano graças e você é consegui!!! Aos 29 parei de roer unha! Ufa! Continue assim com essa cabeça boa que não vai na maioria e sim coloca sua opinião com propriedade. Bjos pra você e pra Maqui

  21. Juliana Catarina Lins • 17 de outubro de 2016 • 23:17

    Ka, primeiramente, te adoro! <3
    Olha, eu achei legal a ideia. Só que o "medo" da galera é regredir sabe? Tipo, tem um filme com a Júlia Roberts que me lembrou essa escola tão polêmica no meu face rs, acho que chama O Sorriso de Monalisa (vê se tem na Netflix e assisteeeeee kkk). Eu acredito que seria incrível para as meninas essa coisa de ser princesa, só que deveria (espero que seja assim) ter um equilíbrio entre aprender a parte de ser gentil e saber se comportar durante um jantar e tal, e deixar a garota livre pra saber fazer escolhas entende? Tipo, se ela quiser andar de skate? Acho que se não houver a liberdade de escolha, não vai ser legal. Espero que me entenda, escrever para vc ler me deixa nervosa kkkk beijos!

  22. Flavia Cabralrespeitar • 17 de outubro de 2016 • 23:34

    As meninas podem ser.princesas, mas devem ser aprender a lidar com as diferenças, respeitar o coleguinha, as religiões e ter lições de ética e solidariedade. As princesas podem não gostar de cozinhar, mas podem curtir jogar futebol,e nfim, falta esse tipo de escola que transforme os alunos em cidadãos conscientes.

  23. Maria Beatriz • 17 de outubro de 2016 • 23:57

    YAY! A idéia da escola de princesas é bacana sim.Mas está surgindo agora, como tudo que é novo, no início é cheio de difeitinhos. Aposto que a resolução da primeira câmera fotográfica não era das melhores.
    Tudo requer melhorias, e para se ter melhorias requer achar defeitos.A geração ” textão” lacra nesse sentido.
    Uma escola que ensina boas maneiras, culinária e costura pode ser maravilhosa. Mas existe muito que melhorar. Já achamos os defeitos, Karol nos mostrou qualidades …Vamos todos fazer um combo para melhorarmos as próximas escolas com esse tipo de intenção .

  24. Janaína Pereira • 18 de outubro de 2016 • 00:08

    Quando comecei a ler os posts tame tive a mesma sensação e do meio pro fim a sensação de um retrocesso. Legal ensinar coisas da vida sem ser o ABC da escola tradicional, mas deveria ser matérias legais para todos. Meninas e meninos aprendendo juntos, tendo a possibilidade de escolher e não de serem colocados em uma condição de obediência para ser a princesa tradicional. Hoje nós somos as princesas desconstruídas, rs.

    Beijos… BFF do YouTube.
    Ontem foi o tour em Campinas e até agora sorrindo a toa com esse encontro… Foi tipo você é a Maqui vendo o Justin, rs.

  25. Carol • 18 de outubro de 2016 • 00:10

    Oi Ka! Quando eu tinha 11 anos (hoje tenho 29), ganhei um livro chamado “Coisas que toda garota deve saber”, que ensinava pequenos truques de maquiagem à importância de se exercitar. Depois ganhei “Mais coisas que toda garota deve saber”, com varias dicas de comportamento e etiqueta. Quer saber? Utilizo as dicas que aprendi aos 11 até hoje. Sou bem relacionada, independente, pós-graduada, tenho dois empregos por opção, sou péssima dona de casa, malho quase diariamente, não sei cozinhar, e vou me casar com um homem maravilhoso. Na minha opinião, nenhuma garotinha vai sair desse curso e deixar de fazer faculdade para ser exclusivamente dona de casa (exceto se ela quiser e também não há problema algum nisso). Mas aprender a atender um telefone com educação, se comportar em um jantar importante ou se vestir adequadamente de acordo com a ocasião só vai fazer com que essas meninas transformem o mundo num lugar melhor, mais leve e doce!!! Compartilho de sua opinião! Foi bom ter visto o snap antes de dormir e ter vindo aqui fazer a última leitura da noite! Beijos Ka, te desejo mais sucesso e tudo o que há de melhor!!!

  26. Sara • 18 de outubro de 2016 • 00:11

    Pois é, eu vi alguns problemas nessa ideia (na minha opinião, óbvio). Nada demais em ensinar às criancas a ter boas maneiras, saber realizar tarefas domésticas.. ate ai, ótimo.. mas por que só às meninas, mesmo? Isso não deixa de ser um retrocesso.. como você disse, Ka, hoje temos princesas muito mais reais do que as tradicionais. E aí vamos tentar ensinar às nossas filhas que precisam aprender ofícios diferentes dos meninos para serem princesas? Lutamos tanto por direitos iguais!
    Outro ponto é que acho sim importante as escolas tradicionais reforçarem as boas maneiras e ensinarem tarefas mais práticas do dia-a-dia.. mas na minha opinião esse é um aprendizado paralelo ao intelectual, já que o embasamento familiar pra isso tudo o mais importante. Segundo o site, eles ajudam a formar “princípios básicos de carater e comportamento”.. mas gente.. como ensinar isso a uma criança num período x de tempo? Na minha opinião é muito óbvio que isso nao existe! O caráter é formado ao longo do tempo, e a família tem papel (idealmente) fundamental nisso, com a convivência e exemplos diários. E se a família não tem estrutura pra passar esses aprendizados, obviamente também não vao colocar suas filhas numa escola de princesas. Ou seja, é soluçao pra nada.
    Ah, e Workshop para as meninas aprenderem etiqueta à mesa? Melhor não comentar..
    Por fim, esse conceito de “princesa” é relativo demais. Pode ser muito pejorativo, principalmente se levarmos em consideração as princesas tradicionais.. Cinderela era obrigada a fazer as tarefas domésticas pelos outros etc etc. Ou pode ser interpretado de forma mais moderna, já que tem princesas lutando por seus direitos e tal. Mas pra quê usar esse termo, se é tão passivo dessas diferentes interpretações?
    Enfim.. achei um retrocesso e uma chatice só.. mas respeito as opiniões alheias!
    Jamais submeteria uma filha minha a um ambiente desses!

  27. Camila Tomaz • 18 de outubro de 2016 • 00:13

    Acho a ideia o maximo! Até porque, sinceramente, hoje os pais não ensinam isso para as filhas e nem como ser o príncipe para os filhos. Alguém tem que fazer… as pessoas estão preocupadas e lutando por tantas coisas, que lá na frente serão dependentes de tudo por não saberem fazer nada. Acho que isso deveria ser de acesso para todos, inclusive para os meninos e para os “meninos que se veem mais como meninas e o contrario”. É importante ensinar para as crianças que há uma vida real, fora da internet, dos games, do celular… e que aprendendo algumas coisas, você consegue ser independente de fato! Odeio fazer qualquer coisa “de mulher”, aprendi quando tinha meus 13-15 anos, e muita coisa não gosto de fazer… mas é igual você disse: tem coisa que a gente aprende, foi útil, mas que em desuso não serve para nada :) só quero que aprendam a serem educados, corajosos e corretos.

  28. Alícia • 18 de outubro de 2016 • 00:25

    Em um momento em que milhares de mulheres lutam por direitos iguais, por empoderamento feminino, por igualdade salarial, por liberdade ao seu próprio corpo, essa escola surge como um retrocesso, como um conservadorismo. Foi nos imposto por séculos que agissemos como princesas, que nos calassemos perante um homem, que nosso lugar era na cozinha, que só tínhamos talentos domésticos, que era apenas nossa a obrigação de cuidarmos da prole, por séculos, e até hoje essa cultura patriarcal permeia a nossa sociedade.
    Há quem interessa essa escola? A homens que não aceitam que existimos não para obecermos e sim para sermos livres, para escolhermos o nosso caminho. Aprendemos todos os dias como deveríamos ser delicadas, comportadas, coniventes (as primeiras referências de TODAS as meninas ainda são as princesas da Disney) valores esses que oprimem nossas individualidades, nossos talentos, nossos gostos, seria muito mais libertador para qualquer criança aprender sobre artes, ciências, sustentabilidade, linguagens, esportes. Pra que raios apenas crianças MENINAS precisam aprender sobre etiqueta e bom comportamento?

  29. Eduarda • 18 de outubro de 2016 • 00:34

    Concordo com tudo o que foi dito por você, o problema é a generalização que é imposta na escola como se cor de rosa fosse a unica cor de menina ou de princesa,poxa a disney nos mostrou desde cedo que todas as cores são de princesas incluvise o azul que é a cor da cinderela,outro problema é que durante a reportagem que a dona concedeu a exame,ela citou um caso de uma menina de 14 anos que estava “mal falada” na escola do filho por ter ficado com alguns meninos e ao invés dela defender a garota e ensinar para o jovem que uma mulher tem o direito de fazer o que quiser sem ser julgada, ela Falou que acredita que as meninas devem se “privar” para evitar a imagem ruim para os garotos,reforçando um pensamento machista e retrogado que as mulheres tanto lutam para combater,Bom essa é minha opinião,adoro seu trabalho :)

  30. Fabíola • 18 de outubro de 2016 • 01:56

    Karoool, sua linda <3
    Mas o problema não é aprender a cozinhar, costurar. O problema é pensarem que só porque são mulheres são obrigadas as tais tarefas

  31. Brenda • 18 de outubro de 2016 • 07:59

    Quero só dizer que se algum dia fosse fazer uma tatuagem, tatuaria essa sua frase: “inteligência também é saber não opinar sobre tudo o tempo todo”. 🙏🏻🙏🏻🙏🏻

  32. Caroline • 18 de outubro de 2016 • 08:06

    Até que enfim alguem se manifesta nessa internet. Eu concordo plenamente. Isso deveria ser coisa que se ensina em toda escola. Que menina tem que fechar as perna sim uai, ou tem que sair por ai mostrando pra todo mundo ? Assim como meninos tem que ser cavalheiros, educados e nao achar que as meninas estao ali igual carne no acougue. Eu juro que nao consigo entender esse momento que nos enfiamos em que não se pode parar de trabalhar para cuidar dos filhos, não se pode querer gostar de ser dona de casa. Acredito que lutamos por uma liberdade de cada um escolher o que quer e nao ser obrigada a trabalhar num escritório, nao ver os filhos crescer, nao poder arrumar sua casa do jeito que quer. As pessoas entraram numa grande contradição e a história se perdeu.

  33. Letícia • 18 de outubro de 2016 • 09:00

    Karol, parabéns pelo texto! Muito bem colocado! Adorei!
    Gosto muito do seu trabalho!
    Beijos

  34. Tamiris • 18 de outubro de 2016 • 09:06

    Não sou de comentar em blog nenhum, mas essa nao consegui nao comentar.
    Após ler o seu relato, me deparei também com essa noticia: http://www.vix.com/pt/poder/538178/por-que-o-brasil-e-o-pior-pais-da-america-do-sul-para-as-meninas-dados-sao-alarmantes

    Infelizmente o Brasil é um pais de muitas desigualdades, e enquanto tivermos esse tipo de pensamento, nosso país só tende a piorar.

  35. Tamiris • 18 de outubro de 2016 • 09:09

    Nunca comento nenhum post em blog nenhum, mas esse não consegui deixar.

    Após ler a sua opinião, me deparei também com essa reportagem:
    http://www.vix.com/pt/poder/538178/por-que-o-brasil-e-o-pior-pais-da-america-do-sul-para-as-meninas-dados-sao-alarmantes

    Infelizmente o Brasil tem muitas desigualdades, e enquanto a maioria da população tiver esses pensamentos machistas e retrógrados, não vamos conseguir melhorar.

  36. Kalita Sena • 18 de outubro de 2016 • 10:16

    Isso veio como um balde de agua fria em toda luta que muitas mulheres tiveram e tem para obter uma igualdade de gêneros estável. Concordo exatamente com você e acredito que é legal sim ter uma escola que ensine etiqueta e essas coisas, mas que deveria não ter apenas isso e sim mais conteúdos para as meninas serem mulheres de verdade e não um treinamento para ser uma boa dona de casa ou boa para acompanhar um homem em um jantar.

  37. Mariana • 18 de outubro de 2016 • 10:31

    Oi Karol.
    Sou mãe de duas meninas, então quero compartilhar minha opinião sobre o tema.
    Minhas filhas são princesas. Independente do que a sociedade diga, elas estão sendo educadas para serem bondosas, generosas, respeitosas e amáveis… Ow, mas isso significa que serão submissas e apagadas? Oi? Em que conto de fadas as princesas são submissas? Nem a Aurora, que dormiu cem anos era submissa, visto que desobedeceu os pais, procurou a maldita da roca e enfiou o dedo lá mesmo sem permissão. As pessoas confundem ser uma princesa com ser submissa. Pára, né gente. Ser educada, generosa e amável é no mínimo OBRIGAÇÃO de todo ser humano. TODO. Meninos e meninas. E eu quero sim que minhas filhas sejam assim. Mas eu discordo da ESCOLA ensinar esses valores. Isso se ensina em casa. Pai, mãe, avó ou seja quem for o responsável pela educação das crianças, essas pessoas devem passar valores aos seus filhos. Educá-los para serem respeitosos e responsáveis com o outro e com o planeta. O lema da Disney é “sou princesa, sou real” e eu acho que isso tem que servir pra todo mundo: seja realmente um príncipe ou uma princesa. Seja bom.

  38. Ana Luiza Calisto • 18 de outubro de 2016 • 13:22

    Achei uma ótima ideia no começo, mas acho que essa “escola” deveria pensar que as mulheres não servem apenas para cozinhar, cuidar da casa, ou se casar. Nós também temos capacidade para fazer muitas outras coisas na vida, não apenas ficarmos presas ao antigo papel da mulher na sociedade!

  39. Iuli Theisen • 18 de outubro de 2016 • 14:45

    Não tinha pensado por esse lado, realmente ter aprendido algumas coisas já na infância, na época em que eu fazia do meu cobertor meu vestido de princesa e uma tiara como coroa, talvez me tivesse poupado de algumas poucas e boas quando adulta, Kkk. Porém, acho que esse curso deveria ser feito de uma forma mais abrangente, menos elitizada e com direito de opção.
    Ka, a aula de química você usa sim, todos os dias, mas nem percebe. Você pode não usá-las pra fazer coisas novas ou experimentos, mas te ensinaram como as coisas funcionam num modo mais molecular, de um outro ponto de vista. (Sou acadêmica de Engenharia Química 😊)
    Beeeeijo, te adoro 😘

  40. Rafaela • 18 de outubro de 2016 • 14:53

    Achei maravilhoso o post. Essa escola só ensina as meninas a serem submissas. Tem depoimentos de mães dizendo que a escola ensina a filha a saber o que pedir ao marido. “A minha filha saberá exatamente qual flor pedir para o marido levar pra casa”. Sinto muito, mas a minha filha saberá dirigir, ser independente e se quiser flores, vai até a floricultura buscar.

    Quando li a matéria, achei que era um dia de princesa, que você se veste de princesa, brinca e pronto. Agora estão impondo responsabilidades em meninas de 5 anos, que deveriam estar brincando de carrinho, ou de bonecas.

    Eles poderiam dar opções de princesas. Nunca quis ser a Cinderela ou a Aurora. Sempre quis ser a Mulan, que salvou a China, ou a Tyana, que tinha um sonho de abrir o próprio restaurante.

    E além disso, se vai ter escola de princesa, cade a escola de príncipes? Me parece uma escola para meninas alienadas, que não podem expressar suas opiniões, que devem manter a casa sempre limpa, fazer as vontades do marido sem reclamar.

    É por essas e outras que muitas mulheres sofrem violência doméstica, mas são oprimidas a manter os problemas sempre dento de casa, para não expor o marido, que é o provedor da casa.

  41. Bruna Lacerda • 18 de outubro de 2016 • 15:15

    YYYaaayy…
    Olá, Karol!!
    Super concordo com seu texto!! A maioria das meninas sonharam ou sonham em ser um princesa igual as da Disney, inclusive EU kkkk. Não que isso seja errado ou que a pessoa seja alienada ou como queiram chamar, mas duvido que essa Escola terá princesas da vida real como inspiração. Bacana ensinar as meninas a tratarem os outros com respeito, generosidade e etc, mas esses princípios devem vir de casa. Para mim, a impressão que fica é a de que estamos retrocedendo no tempo em que mulheres não tinham direito algum e eram submissas aos maridos.

    Como li certa vez, “precisamos desistir da ideia de sermos doces o tempo todo, para sermos mulheres de verdade”.
    Um super Beijo!!!

  42. Maria • 18 de outubro de 2016 • 18:14

    Olá Karol, bem eu sou portuguesa e li este post e pela primeira vez achei que tinha de comentar.
    É o seguinte, vejo totalmente o ponto de vista de todos os comentários aqui e concordo sem dúvida, não acho que uma mulher tenha que se vestir de cor de rosa para ser uma menina nem que precisa de aprender aquilo tudo para ser uma mulher, mas a verdade é que eu não vejo mal nenhum naquela escola.
    Hoje em dia as pessoas criticam tudo, mesmo concordando são postas do lado da sociedade e não têm opinião própria, mas eu acho que não tem mal uma rapariga gostar apenas de rosa ou gostar de fazer aquelas tarefas domésticas e até mais que isso. Não acredito que naquela escola os horizontes sejam apenas limitados àquilo e àquilo mesmo, a verdade é que mais nova adoraria que existisse uma dessas aqui em Portugal visto que vivi na sombra dos filmes de princesas da Disney, e então nessa altura eu acho tão mas tão correto que as crianças aprendam sim aquelas coisas de limpar a casa e cozinhar, mais velhas elas vão ter oportunidade de ver que o mundo não é só aquilo e que para ser mulher não é preciso ter um manual de instruções. É claro que podes ser uma princesa de qualquer maneira porque na verdade não existam regras, desde que sejas tu própria já és uma princesa, mas talvez seja deitar dinheiro fora ou talvez um cliché aquela escola, mas existem tantas meninas que adorariam estar naquele sítio que eu acho que foi para essas meninas que ela foi feita. Cada um tem a sua opinião e eu respeito, acredito que não só a mulher a terem que cuidar da casa, mas saber faze-lo é importante, cada um é como é e não é por isso que é menos que os outros. Beijinhos

  43. Thaís • 18 de outubro de 2016 • 20:42

    Parabéns Karol, adorei seu ponto de vista.
    Eu particularmente não vejo problema nessa escola, só porque vivemos em um momento que queremos igualdade, não significa que não existe meninas que ainda sonham em ser princesas, e outra, as meninas permanecem na escola ate os 15 anos apenas, saindo de la podem formar sua vida, e tendo como base ensinamentos de bons modos, o que não faz mal a ninguem!

  44. Geovana • 18 de outubro de 2016 • 21:39

    Realmente acho que a coisas mais importantes para uma criança aprender do que como realizar tarefas domestica, uma escola que ensina as meninas a saberem o seu “lugar” que é sendo educada, recata e do lar. É inacreditável que nos dias de hoje se proponha um ensino desses e que a pais dispostas a pagar uma fortuna para alienar suas filhas e que a pessoas como você que a´prova isso.
    Ultimamente Karol você anda só distribuindo conteúdo fútil e alienado, penso sinceramente em parar de te acompanhar pois você não mais me representa.

  45. Magno • 18 de outubro de 2016 • 22:07

    Achei legal, mudaria algumas coisas, como por exemplo acrescentaria mais disciplina como mecânica, instalação elétrica e finanças . Pois acho errado criar meninas neste contexto de princesas pois o mundo não é cor de rosa. Acredito que não é ruim aprender boas maneiras,costura e maquiagem Acho chato submeter meninas apenas a isso.

  46. claudia oliveira • 18 de outubro de 2016 • 23:44

    Oi Karol! Concordo com você. Hoje querer ensinar culinária e costura para mulheres se tornou um insulto. Veja ate que ponto se chegou o extremismo da interpretação do “papel” da mulher na atual sociedade. E, na boa, tudo faz parte da sua vida. Tudo acrescenta e não perdemos nada em apreender essas atividades, que são importantes para homens e mulheres. Aliás, como você bem ressaltou, faz parte do arcabouço que necessitamos para apreendermos a nos “virar” nesse mundinho, aumentando o nosso “kit sobrevivência”. O problema da escolinha, como você destacou, é ser apenas para mulheres e não ter a necessária diversidade sexual. Até hoje eu sofro por não ter conhecimento básico de costura e nem de cozinha. Faz falta.

  47. mavih ribeiro • 19 de outubro de 2016 • 13:08

    aii mds ,a ideia é incrível ,mas acho que como tudo tem sempre os dois lados, esse assunto também tem pontos positivos e negativos.
    Para min seria incriável viver todas aquelas histórias de princesas que passei minha vida inteira fissurada e sonhando com o depois de ouvir aquela inevitavel frase cliche de ”felizes para sempre”,seria maravilhoso ir para um lugar e aprender todas essas coisas,porque afinal o mundo de hoje nao nos obriga mais a ser aquela princesinha perfeita ,pelo contrario ,por outro lado ele nos ”obriga”a ter e viver outra realidade. Poderíamos então crescer já sabendo coisas que precisamos realmente no futuro como cozinhar remendar uma roupa, ou se comportar em uma mesa.
    mas…. sabemos que a realidade nao é todo aquele mundo cor de rosa e cheios de ”fru frus”….

  48. Jaqueline • 19 de outubro de 2016 • 14:07

    MARAVILHOSA!!!!!! Arrasou num grau que não sei nem definir…

  49. Katherine • 19 de outubro de 2016 • 20:46

    Show Karol, concordo plenamente com que você disse. As pessoas tem SIM de serem mais criticas, menos céticas, mais antenadas e questionadoras… mas o que a sociedade vem entendendo de tudo isso, é que não se deve entender o contexto das coisas, mas sim crítica-las. E não é bem assim. O conceito do feminismo, dos direitos da mulher, do homem, que seja, sempre tiveram extrema importância na sociedade e em movimentos muito importantes para o crescimento pessoal das pessoas e em busca de espaço no mundo. Mas ele não deve se perder. Acreditar que por haver “uma escola que ensine a uma menina bons modos e ‘índices de sobrevivência’ (por que culinária pra mim é sobrevivência rsrs)” é babaca, é o cumulo da chatice. Isso é algo extremamente legal, para quem hoje enxerga muitos adolescentes e jovens acomodados, preguiçosos e perdidos naquilo que seria o mínimo saber fazer, como saber cozinhar, pois mamãe e papai não tiveram muitas das vezes (nessa correria do dia a dia), chance, ou tempo de ensinar. Nada mais legal do que saber que sua(seu) filho poder aprender coisas que ele poderia levar para a vida toda dele em um espaço de tempo do dia. Pode haver mudanças, claro, mas os conceitos trazem muito crescimento para aquelas que devem usar. Opção delas querer colocar em prova a passada de roupa que aprenderam no passado, quando forem independentes!

  50. Camila • 20 de outubro de 2016 • 14:46

    Oi Karol! Faço Psicologia e vejo um grande números de colegas de curso criticando a Escola de Princesas. Meu argumento é: qual é o grande problema??? Sim, todas as pessoas devem ser respeitadas por sua opção sexual. OK, nem todas as meninas gostam de cor de rosa e de princesas. Mas e as que gostam, não podem ser felizes mais? Todo mundo precisa ser em cores neutras e “””feminismo””” que protesta sem depilação e expondo os peitos na rua?
    Respeito é bom e TODOS gostam, inclusive quem é hetero e adora cor de rosa!
    AMEI seu texto! Beijos <3

  51. carol sena • 20 de outubro de 2016 • 20:00

    eu sempre quis ser uma princesa também, quem nunca? mas não gostei de chamarem de escola de princesas, faz parecer que é um lugar só pra meninas, gostei da ideia ‘escola de quem quer aprender a si virar’, por que meninos também tem que aprender essas coisas, e pra ser valido tem que ensinar tanto a arrumar a casa quanto a consertar algo, tanto pra meninos quanto pra meninas.

    Blog Entre Ver e Viver

  52. Denise • 21 de outubro de 2016 • 13:30

    Karol, que legal ver uma blogueira tão influente e que sigo há tantos anos se expressando sem medo de ser feliz =) Analisar a proposta dessa escola é algo que não pode ser feito fora de contexto. Vivemos em um país e em mundo que cultural e moralmente é construído a partir de visões e expectativas nas quais não há espaço para as mulheres materializarem seus pontos de vista e suas opiniões (conforme várias pesquisas de áreas relacionadas ao tema demonstram). Em um momento de tantos retrocessos no que diz respeito aos nossos direitos sociais (mas também de muitos avanços temos que admitir!) uma escola com esse perfil não parece construir algo progressista em longo prazo. Veja, uma coisa é analisarmos a proposta da escola pelo que ela não é: uma escola que se propõe a desenvolver diferentes habilidades úteis à promoção da autonomia de qualquer ser humano, isso me parece uma proposta excelente e que deva ser incentivada, afinal, concordo que não há mal em saber pregar um botão e fazer outras coisas, funções aliás que sempre foram desenvolvidas por pessoas que não teriam o dinheiro suficiente para pagar por um curso desses e que pessoas com dinheiro para pagar esse curso historicamente nunca se importaram em fazer. Agora, a escola propõe ensinar garotas que estão em seu pleno desenvolvimento intelectual e moral a partir de princípios apropriados pela modernidade do que é ser “princesa”, cursos de identidade, de cuidados com o castelo, ensinar como se resguardar ao matrimônio dentre outros. Propõe a abordagem moral pela construção de “valores e princípios imutáveis”, ou seja, não é apenas o aprendizado de habilidades básicas úteis no dia a dia, estão inclusos nesse pacote uma visão de mundo que vai na contra mão de uma sociedade livre, progressista e solidária. O fato de garotos não poderem participar também é um sintoma estranho pois, não estaríamos ensinando, a partir de um exemplo, funções determinadas para cada género e a olharem para as garotas como princesas, não há aí também uma caracterização da mulher enquanto um produto multiuso que ao invés de conquistar seu espaço por suas habilidades intelectuais e criativas o conquista por suas habilidades no cuidado com os outros? As propostas morais não estão explícitas mas com um pouco de atenção a gente nota elas. Eu concordo que cada um deva fazer o que quiser, no entanto, enquanto vivermos em sociedade todos nós temos um papel que é construído e desenvolvido coletivamente (queiramos ou não). Vale lembrar que por trás de todo castelo há plebeus, pobres e todo tipo de gente e que nenhum castelo e nenhuma princesa existe sem uma pitada de desigualdade, não vejo como mulheres (ou qualquer ser humano) poderão ser livres em um mundo desigual. Em Uberlândia, só esse mês, se não me engano, 13 mulheres pobres, trabalhadoras, foram mortas por seus companheiros que as viam como objetos, uma delas inclusive morta a tiros no meio da rua em plena luz do dia, não vejo como acabarmos com esse tipo de situação terrível e triste enquanto “encastelarmos” algumas meninas e deixarmos outras à deriva em torno dos feudos.

  53. Dayane • 26 de outubro de 2016 • 12:41

    OII HOJE FIZ RESENHA DO SHAMPOO E CONDICONADOR DA NOVEX SUPER BOMBA .
    bycantinhodayblog.wordpress.com

  54. Elza Santos de Carvalhoe • 06 de novembro de 2016 • 05:11

    Bom Dia!! Olha eu sou a favor dessa Escola de Princesa pois iria ensinar bons modos como: etiquetas em todos os sentidos, comportamentos pessoal, profissional, pois é importante na área profissional. Seriam meninas mais preparadas para um relacionamento, pois não seriam tão frágeis.Seriam meninas preparadas para a vida em todos os sentidos. Se hoje eu fosse uma menina gostaria de participar dessa Escola de Princesa.

  55. Priscilla • 03 de fevereiro de 2017 • 23:04

    Oi Karol!
    Já tinha visto a notícia dessa escola pelo facebook, mas o seu texto me fez lembrar de um momento muito querido na minha vida e resolvi compartilhar com você. Estudei boa parte da minha vida escolar na Escola Doméstica de Natal, fundada em 1914, que segue um modelo de educação feminina da Suíça (acredito que foi uma das primeiras desse tipo no Brasil). Nessa escola, onde só estudam mulheres, o uniforme é todo branco (um vestido muito característico) e lá tive aulas de etiqueta social, costura, culinária, fiz estágio em Casinha Prática (durante uma semana eu “morei” com mais duas colegas de classe num apartamento montado na escola, que deveríamos cuidar como se fosse nossa própria casa e até oferecer jantares) e estágio em puericultura (cuidar de bebês). Além disso, tive aula de literatura, matemática, física, química, educação física, como em qualquer escola normal. O que eu acho muito legal da filosofia da escola é que eles buscam preparar suas alunas para serem mulheres independentes, que possam administrar suas próprias casas, sejam formadas para entrar em qualquer curso superior e estejam preparadas para iniciar suas próprias famílias. Sou muito grata aos meus pais por terem me dado essa oportunidade!
    Acho que essa Escola de Princesas deve ser uma opção extra-curricular que busca oferecer esse tipo de educação para meninas, mas provavelmente a forma como eles estão vendendo o produto não está muito coerente com o atual papel feminino na sociedade. Concordo com você, que a escola não precisava ser cheia de fru-frus, nesse sonho cor-de-rosa, mas que pudesse educar as meninas para crescerem sem medo se serem as mulheres que quiserem ser.
    Caso queira conhecer mais sobre a Escola Doméstica, segue o link: http://www.escoladomestica.com.br/2016/quem-somos (e não é publi! Hihihih)